Archive for the ‘Textos’ Category

Um milhão de amigos

02/06/2011    Postado em Textos
 

Eu quero ter muitos leitores. É a minha versão do “quero ter um milhão de amigos” do Roberto Carlos. Quero ter meu trabalho publicado e lido, não necessariamente traduzido em 30 idiomas, incluindo Na’vi e Esperanto, mas quero fazer sucesso. Evidente que sim. O sujeito que começa uma carreira entrando de cabeça e não espera ter sucesso na empreitada é louco, suicida profissional, ou… sei lá, só me ocorre que alguém assim tem que ter alguns parafusos a menos. Às vésperas de completar seis meses de vida, o Troca Letra fechou o mês de maio com 12.104 acessos, em um claro indicativo de que ou eu tenho mais leitores ou tem mais mecanismos de busca com robôs de pesquisa por aí. Considerando que, apenas de fevereiro a março, a estatística aponta um aumento de 7800 para mais de 11.100 acessos, sem descer dessa marca até agora, e que minha única propaganda tem sido feita por minha esposa, família, amigos e por minha conta do twitter, é um bom resultado, sem dúvida.

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Encontro

26/05/2011    Postado em Contos, Textos
 

A senhora na cadeira ao lado me pergunta há quanto tempo estou esperando. Olho em volta, a sala de espera cheia, e lhe respondo: “mais do que o necessário.” Ela não parece entender e sorri um sorriso quase histérico, típico de quem é castigado pelo tempo com um mergulho na fonte da incerteza. Abaixo a cabeça e continuo o que estava fingindo fazer. Fingindo. Verdadeiramente, não estou lendo o volume sobre meu colo. Estou contando, em silêncio, segundo a segundo, quanto tempo espero. Tem sido assim há muito tempo. Muito tempo.

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19/05/2011    Postado em Textos
 

Hora dessas, acabo mandando costurar a uma camisa um rótulo daquela nova garrafa de 3 litros de Coca-Cola. Devidamente protegido por uma camada de vinil transparente. Duvido que ninguém pergunte onde pode comprar uma igual, vai ser um sucesso.

Ora, eu estaria apenas seguindo uma tendência de mercado. Se é que a própria Coca-Cola não já pensou no assunto. Claro, eles vendem a grife da marca, com camisas estampadas com a tipografia clássica, mas a ideia do rótulo é fantástica. Ou fantárdiga, como dizia um palhaço que mudou de profissão e nos deixou a sua antiga. Porque, efetivamente, só pode ser piada.

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